Psicometria · Autoavaliação clínica

Perfeccionismo Multidimensional

Escala de perfeccionismo de Robert Leahy — 35 afirmações que ajudam a reconhecer como diferentes facetas do perfeccionismo aparecem na sua vida, organizadas em seis dimensões.

Como funciona

Cada frase descreve um jeito de pensar ou se cobrar. Indique o quanto você concorda ou discorda de cada uma, pensando em como você costuma ser. Ao terminar as 35 afirmações, você verá seu perfil nas seis dimensões — nada é enviado a lugar nenhum, fica tudo só neste aparelho.

Para que serve: é uma ferramenta de reflexão e conversa clínica. O mais útil não é um número final, e sim perceber em quais áreas o perfeccionismo pesa mais — esses são os pontos de partida para o trabalho terapêutico.

Instrumento sem validação psicométrica. Esta escala é de uso clínico e psicoeducativo: não tem pontos de corte, percentis ou normas populacionais. Os resultados servem à reflexão pessoal e à conversa com um profissional — não a diagnósticos ou comparações estatísticas.

Marque o quanto você concorda com cada afirmação, pensando em como você costuma ser.

0 de 35 respondidos

Seu resultado fica oculto até você responder a todas as afirmações.

Sobre a escala. Robert Leahy apresentou esta escala de perfeccionismo no livro Vença a depressão antes que ela vença você, a partir de sua experiência clínica e dos modelos multidimensionais de perfeccionismo de Hewitt & Flett e de Frost e colaboradores. As facetas avaliadas — preocupação com falhas, dúvidas sobre ações, padrões pessoais, organização, crítica e expectativas parentais — refletem esses modelos. É uma ferramenta clínica e psicoeducativa, sem validação psicométrica formal.

Desenvolvedor Leahy RL. Vença a depressão antes que ela vença você. Porto Alegre: Artmed; 2015.

Modelos de base Frost RO, Marten PA, Lahart CM, Rosenblate R. The dimensions of perfectionism. Cognit Ther Res. 1990;14(5):449–468. · Burgess AM, Frost RO, DiBartolo PM. Development and validation of the Frost Multidimensional Perfectionism Scale–Brief. J Psychoeduc Assess. 2016;34(7):620–633. doi.org/10.1177/0734282916651359