Escala de Alexitimia de Toronto — 26 itens que avaliam a dificuldade de identificar, descrever e diferenciar sentimentos, o uso de imaginação e o estilo de pensamento voltado ao concreto.
Cada frase descreve um jeito de sentir ou pensar. Indique o quanto você concorda ou discorda de cada uma, pensando em como você costuma ser. Ao terminar os 26 itens, você verá seu perfil nas quatro dimensões — nada é enviado a lugar nenhum, fica tudo só neste aparelho.
Importante: a alexitimia é uma característica dimensional, não um diagnóstico. A TAS-26 é um instrumento de triagem e descrição — o resultado deve ser lido junto de uma avaliação clínica, nunca isoladamente.
Responda pensando em como você costuma ser, de modo geral. Não há resposta certa ou errada.
Seu resultado fica oculto até você responder a todos os itens.
Perfil por dimensão
Sem ponto de corte validado para o Brasil, a leitura é feita pela média de cada dimensão (1 a 5). Quanto mais alto, mais marcada a característica.
Respostas registradas. Para refazer o teste, use Limpar respostas.
Sobre a TAS-26. A Toronto Alexithymia Scale foi criada por Taylor, Ryan e Bagby (1985) para avaliar a alexitimia — dificuldade de identificar e descrever emoções, diferenciá-las de sensações corporais, e um estilo de pensamento voltado ao externo. Os 26 itens (alguns com pontuação invertida) se organizam em quatro dimensões. Não há ponto de corte validado para o Brasil; a leitura aqui é descritiva, pela média de cada dimensão. A versão original foi posteriormente refinada na TAS-20.
Desenvolvedores Taylor GJ, Ryan D, Bagby RM. Toward the development of a new self-report alexithymia scale. Psychother Psychosom. 1985;44(4):191–199.
Adaptação brasileira Fortes TR, Bordin IAS, Semer NL. Toronto Alexithymia Scale: adaptation of the Brazilian version to low-educated adults. Paidéia (Ribeirão Preto). 2017;27:100–109. doi.org/10.1590/1982-43272767201712
Nota A composição dos quatro fatores segue a validação brasileira de Yoshida (2000). Como a triagem não tem ponto de corte normativo brasileiro, os níveis (baixo/médio/alto) são descritivos, ancorados no ponto médio da escala — devem ser integrados à avaliação clínica, com atenção redobrada em pessoas de baixa escolaridade.